História / Trajetória

O começo, em 1950, foi com uma pequena mercearia na zona oeste da capital mineira.
Nove anos depois já é uma rede de dez mercearias e trinta funcionários.

O primeiro supermercado surge em 1972, no coração de Belo Horizonte.
O empreendimento, então, passa a ser uma sociedade por ações e se transforma em
Epa Supermercados S/A e vive um período de grande expansão.

A empresa, desde sua fundação, esteve focada nos clientes das classes C, D e E. Em 1996, decidiu atuar em outro nicho de mercado, que é clientela das classes A e B. Surge, então,
o Mart Plus, um novo conceito de supermercado.

Epa Supermercados

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No início de 2000, um novo grupo de acionistas se forma e a DMA Distribuidora passa a ser uma sociedade anônima.

A rede, com atuação apenas no mercado de Minas, inaugura sua participação no mercado do Espírito Santo em 2003.

Em 2010, cumprindo sua proposta de modernização tecnológica, investiu na implantação do sistema de gestão SAP, que abrange todos os processos da empresa: financeiro, contábil, fiscal, comercial, compras, vendas lojas, logística e gestão de estoque. Além disso, está por trás do controle da produção de perecíveis e integra também todos os processos dos PDVs. Buscando maior eficiência na integração das equipes, neste período, trocou também a sua solução de correio eletrônico e implementou uma intranet com sistemas de Workflow. Com isso, o Epa é, hoje, a única rede supermercadista no país que tem este controle efetivo de toda a sua operação.

Já em 2014, a estratégia de expansão foi reavaliada e as lojas de bandeira Mart Plus mudam para Epa Plus, gerando com isso um aumento considerável de fluxo e vendas.

2015 foi um ano de grande expansão para o Epa, principalmente em Minas Gerais, com a abertura de 19 novos pontos de venda, chegando com sua marca a Governador Valadares, Teófilo Otoni e Nanuque, além de Ponte Nova, Itabirito, Ouro Preto, Ouro Branco e Pedro Leopoldo.

Em 2016 o projeto de expansão continuou e foram abertas unidades nas cidades de Congonhas e Coronel Fabriciano, além de novas lojas em Belo Horizonte e Contagem, também em 2016 a DMA promove a volta ao mercado da tradicional e reconhecida marca, o Mineirão, agora no formato atacarejo.

Em 2017, o projeto de expansão prevê a abertura de muitas outras unidades Epa e Mineirão.

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Atualmente, a DMA Distribuidora S/A está entre as maiores empresas de varejo alimentício de Minas Gerais e do Espírito Santo. Com capital 100% nacional, está
entre as maiores empresas do país.

A DMA Distribuidora S/A conta hoje com 129 unidades, sendo 105 lojas Epa Plus em Minas Gerais, 19 lojas Epa Plus no Espírito Santo e 5 unidades Mineirão Atacarejo em Minas Gerias. E emprega de forma direta cerca de 13 mil profissionais e mais de 40.000 de forma indireta.

Praticante de políticas sociais e ambientais exemplares, a DMA se orgulha de patrocinar e apoiar diversas instituições beneficentes, promovendo também inclusão social, acesso à cultura, educação e saúde.

Atualmente, se mobiliza junto à sociedade em prol do Hospital da Baleia
para a construção e manutenção do seu Núcleo de Pediatria, com a campanha de arrecadação de doação junto a seus clientes, que podem doar através de cartão de crédito ou débito o que acarreta um repasse direto para a instituição.

Na esfera ambiental, a empresa é reconhecida por desenvolver e sustentar vários projetos de grande relevância para a preservação do meio ambiente, como a instalação de ilhas ecológicas em seus pontos de venda para recolhimento de materiais recicláveis, óleo, lâmpadas, pilhas, baterias. Também promove a reciclagem de papel, papelão e plástico, bem como o tratamento do esgoto não doméstico gerado pelos setores produtivos antes do descarte na rede coletora, evitando que as contaminações possam chegar aos rios, lagos e mar.

No que se refere a energia elétrica, o Epa tem substituído as lâmpadas fluorescentes por luminárias de LED. Também envia a sucata de madeira gerada pelo setor de hortifruti para as empresas de reciclagem que a transformam em serragem para fabricação de novos produtos. Os restos de subprodutos bovinos, gerados nos setores de açougue, são reaproveitados por indústrias para fabricação de ração animal.